8 de set de 2011

SOLTANDO OS QUILOS A MAIS


Quanto mais desapegado, menos vulnerável você está a arroubos sentimentais, ciúme, mágoa e medo da perda ou do abandono. Adultos superprotetores, por exemplo, não esperarão reconhecimento por tudo o que acreditam fazer pelos seus protegidos. Acredita-se que o desapego ajuda a minimizar ainda casos de artrites, alterações hormonais, cistos, miomas e alguns problemas no aparelho digestório, alem de combater a prisão de ventre e a obesidade. É isso mesmo: desapego emagrece! Faz sentido, especialmente se considerarmos, entre o grupo de comilões compulsivos, aqueles que comem para preencher o vazio de suas carências afetivas e aqueles que não conseguem se desprender dos sentimentos e pensamentos que levam à ansiedade que, por sua vez, gera compulsão alimentar.

Com uma atitude desprendida, fica mais fácil viver e conviver; seguir adiante e deixar ir o outro; aventurar-se e libertar aqueles que vivem para satisfazer as nossas necessidades; desenvolver-se e deixar que os outros cresçam; mudar e permitir mudanças ao redor. Tudo se torna mais simples e o mundo pode até ser melhor. Se comemos menos, por exemplo, sobra mais para quem tem fome; se desperdiçamos menos água, mais gente poderá matar a sede por mais tempo no planeta; se aliviamos os armários do excesso, outros poderão se vestir ou se calçar; se doamos ao menos os livros que já lemos, e os que sabemos que não chegaremos a ler, facilitamos o acesso de outras pessoas à cultura; e por aí vai.

Texto retirado da Revista Brasileira de "Terapia Floral".

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